Que os cassinos trazem empregos e importantes investimentos, isso todo mundo sabe. É fato. Basta ver os milhares de brasileiros que cruzam a fronteira todos os dias. Mas, que tais empreendimentos trazem consigo a lavagem de dinheiro, bandidagem e o vício, daí isso já é uma questão de opção. Simples assim. Hoje o texto traz, o que tem que vir junto com eles…

Ah! Mas, antes de mais nada, se esta é a sua primeira vez, seja bem vindo ao Blog Gestão & Política de Turismo no Município. Nosso objetivo é ajudar gestores públicos e técnicos para colocar sua Cidade no Mapa do Mercado Turístico e de Eventos. Se já acessou outros textos, obrigado mais uma vez pela confiança. Se gostou, compartilhe e curta. Toda semana tem um novo texto.

Abrindo um parênteses…  Hoje o assunto é cassinos e não bingos. Mesmo porque, foi esta modalidade de jogo que ajudou a manchar a imagem já controversa, daquilo que poderia ser uma oportunidade de desenvolvimento econômico tão necessário ao Brasil. A grande diferença de um e outro é o tipo de investidor, sendo dois tipos de negócios completamente diferentes. Para que você entenda, bingo é coisa de baixíssimo clero.

Fechando os parênteses…

Saindo um pouco daquilo que todos sabem, a única possibilidade dos cassinos darem realmente certo, como estratégia de desenvolvimento sustentável e responsável, é se o conceito das iniciativas deste setor, vierem com um COMBO. Veja. Ainda que menos do que 3% dos frequentadores desenvolvem a patologia do vício, é preciso que as empresas, donas dos cassinos, sejam por lei, as responsáveis por financiar/custear todo tratamento clínico deste grupo, criando centros de acolhimento, etc.

E, na verdade vou além. Elas devem trabalhar com inteligência na identificação de comportamentos típicos de quem entra no jogo como um vício. Sim, viciados em jogo tendem a seguir padrões de comportamento,  que inclusive são bem conhecidos. E, se cruzados os dados financeiros da pessoa (através do CPF), é possível não somente ajuda-las, mas como também, controlar o quanto elas podem jogar, a cada vez que adentram em um cassino. Em outras palavras, é possível previnir antes mesmo delas se auto colocarem em situações de risco, comprometendo terceiros e familiares.

Toda esta tecnologia está disponível e todo mundo sabe dela, inclusive e principalmente os grandes grupos gestores dos cassinos. Lembre-se que eles seguem a risca as regras de onde a coisa funciona, participando também do processo decisório. Ainda que o lobby seja grande, todo mundo entende seu papel e responsabilidade. Só nos resta saber se aqui, a coisa seguirá o mesmo rumo, pois caso contrario, tudo virará pizza sabor bingo.

Pense nisso. 😉

 

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Para quem não me conhece, meu nome é Eduardo Mielke. Desde 2004, meu trabalho  é ajudar você que é gestor Público ou representa uma associação de turismo ou COMTUR. Os textos são para auxiliar/orientar também, aqueles Governos que buscam usar de forma mais inteligente os recursos disponíveis através da cooperação. O que importa mesmo, é a geração de emprego e renda local. O resto é conversa fiada.

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